terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Um amigo.

 Por tantas vezes procurei abrigo e encontrei, uma mão estendida, como sempre uma amiga lá estava a me ajudar, já me deparei, por quantas vezes estive tão só, em busca de um dia melhor, querendo você só para mim, agora te deixo partir, sem ter o por que de ir, me pega no colo, me faz um carinho, com um beijo na testa se despede: já vou indo. Agora sinto um frio, um vazio, vejo um partir que não deseja existir, sinto no ar um calafrio de quem quer ficar, talvez uma partida, da certa ferida chamada ilusão; Não sinto certeza sua voz está tão pressa, seu olhar enjaulado, e no peito aflição, não quero um adeus, nem um fique com Deus, e adeus solidão; te quero comigo, correndo perigo, sendo meu amigo, me chamando atenção. Essa nossa amizade tem o tom da igualdade, melodia, imagem, de como te ter é bom, espero para sempre estar bem presente, em minha jornada, pois aqui não se vive um conto de fada, que só tem fim bom. Te quero comigo meu herói, meu amigo, confidente, irmão; vilão de jornadas, que me deu metralhadas, me socorreu, me deu as mãos, hoje agradeço momentos que esteve aqui, estendendo os braços, me dando beijos, abraços, e ombro com sensibilidade, me mostrando em fim a verdade. Desde já o agradeço, e a você endereço toda essa gratidão, valeu por tudo meu grande irmão.
                         Texto dedicado: Fernada, Jaine, Kajila, Gabriela  Soraya.

Nenhum comentário:

Postar um comentário